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31 dezembro 2019

VEM AÍ 2020!

O Tudoemaisalgumacoisaleonor vem exprimir a todos os seus leitores VOTOS de um ano 2020 com muito êxito!


(imagem: foto nossa de uma parte das decorações de Natal nas Caldas da Rainha)

24 dezembro 2019

FESTAS FELIZES!

O TUDOEMAISALGUMACOISALEONOR deseja a todos os seus leitores umas FESTAS FELIZES e um ANO de 2020 que - a todos - permita concretizar os seus sonhos.






(foto do nosso presépio)

20 setembro 2019

V CENTENÁRIO - 1.ª VIAGEM DE CIRCUM-NAVEGAÇÃO DO MUNDO

Foi neste dia, há 500 anos, que os navegadores português FERNÃO DE MAGALHÃES, e o espanhol ELCANO, iniciaram a primeira viagem de circum-navegação do mundo.

Este inolvidável evento tem vindo a ser - muito justificadamente - assinalado sistematicamente em Portugal, em Espanha, noutros países, e por importantes organizações internacionais.

O nosso blogue não podia deixar de registar este feito tão importante, significativo e pleno de consequências.

O Tudoemaisalgumacoisaleonor irá divulgar o que tem sido realizado, e o que se encontra planeado, para enfatizar aquela volta ao mundo.




(imagem do Bloco (BE) V Centenário da Expedição Magalhães-ElCano, editado simultâneamente pelos Correios de Portugal, e de Espanha)

11 agosto 2019

A MELHOR DEFESA É O CONTRA ATAQUE!

Nunca o Governo encarou qualquer outra greve como a dos motoristas do transporte de combustível, anunciada para as 00h00 horas da próxima segunda feira.

Aderindo à estratégia de que a melhor defesa é o ataque, o Governo estabeleceu uns serviços mínimos de grande dimensão, e determinou que lhe sejam transmitidos constantemente os níveis de combustível nos tanques das gasolineiras.

O Governo não deixará que o trânsito rodoviário seja afectado; que falte o combustível nos aeroportos; que a distribuição sofra quaisquer quebras, etc. etc. etc.

Para tanto, o Governo já avisou que não perdoará aos grevistas qualquer infracção aos serviços mínimos, caso em que decretará a requisição civil.

A eventual inobservância da requisição civil, para além das consequências disciplinares, desencadeará também a instauração de processos crimes por desobediência.

Os portugueses estão muito agradecidos ao Governo pela sua previdência, cautela, zelo e clarividência.

Os portugueses, que prezam sobretudo a posse de um ou mais veículos automóveis, e adoram lotar as rodovias, dia após dia, no pára arranca infernal, não fosse o diabo tecê-las, já se preveniram, sem excepção, atestando as suas bombas.

Podemos todos dormir esta noite como uns anjinhos: o Governo velará por nós, e as gasolineiras encontram-se com os seus tanques bem atestados.

Glória ao Governo que, desta vez, promete uma atitude robusta, e contra atacará onde se mostrar necessário.

O patronato também se revela tranquilo, e com os cofres bem nutridos.

VIVA, VIVA, VIVA O NOSSO PRIMEIRO-MINISTRO!




(desenho visto em galeria.colorir.com)

25 abril 2019

HOJE COMEMORAM-SE 45 ANOS SOBRE O 25 DE ABRIL!


Comemorou-se hoje o 45.º aniversário do golpe militar que derrotou a ditadura que OPRIMIA e EXPLORAVA a maioria dos portugueses desde 1926, isto é, durante 48 anos.

(imagem de flfrevista.pt)

23 abril 2019

DIA MUNDIAL DO LIVRO E DOS DIREITOS DE AUTOR!

Hoje, dia 23 de abril, é o DIA MUNDIAL DO LIVRO E DOS DIREITOS DE AUTOR.

O signatário, que se interessa muito por livros, livrarias, bibliotecas, escritores, literatura, e por tudo quanto se encontra relacionado com esta realidade, entendeu que deveria aproveitar a efeméride indicada em epígrafe para se pronunciar sobre o livro.

Refletindo sobre a matéria, concluiu que iria afirmar a importância do livro, da leitura, do crescimento dos escritores, do aumento dos livros editados, mas também das reduzidas tiragens, e da redução do número de leitores.

Algumas destas circunstâncias ninguém contesta; outras não escapariam a acesa discórdia.

Renunciámos assim a esta orientação e aprofundamento.

Optámos por reproduzir um interessante e divertido texto inserido no PRELO da Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM)(http://prelo.incm.pt/2018/08/tsundoku.html), intitulado: TSUNDOKU, OU A ARTE DE EMPILHAR, e um não menos interessante extrato de uma crónica  de José Luís Peixoto, publicada no Jornal de Letras, em maio de 2011, intitulada «Uma Casa Cheia de Livros».

«TSUNDOKU, OU A ARTE DE EMPILHAR

Não resiste a entrar numa livraria? Compra livros, leva-os para casa e depois depara-se com pilhas de volumes amontoados à espera de leitura? Vive no meio de estantes atulhadas de obras, adquiridas por si, que nunca foram lidas e que continuam e (tudo indica que) vão continuar à espera da sua atenção? No seu quarto há uma tonelada de livros abertos que foram apenas folheados? Uns a servirem mesmo de mesa de cabeceira? Se respondeu sim, então seguramente é um praticante de Tsundoku!
Tsundo-quê? Tsundoku! Não, não se trata de um golpe de karaté!
Foneticamente muito parecido com Sudoku, o Tsundoku não tem nada a ver com o célebre jogo de lógica e
números. Não, não tem! Trata-se de uma palavra de origem japonesa que significa literalmente comprar livros, empilhá-los e nunca os ler.
O termo teve origem no século XIX, durante a era de Meiji, no seio da burguesia nipónica muito preocupada com o olhar dos outros e com as respetivas aparências culturais. Acumulavam livros sem nunca os abrir. Mas o termo só recentemente se tornou conhecido no Ocidente. Trata-se da contração de «Tsunde», que significa «empilhar coisas» e «Oku», que significa «por algum tempo».
Atenção: quando o amor pelos livros chega a tal ponto que as relações sociais e a saúde ficam ameaçadas, já
não se trata de Tsundoku, mas sim de um transtorno obsessivo-compulsivo denominado de bibliomania (não
confundir com bibliofilia, que consiste em colecionar livros raros e preciosos, nem com bibliofagia que consiste
em destruir ou roer livros)!
Fazer dos livros apenas objetos de decoração é limitar (e muito!) a sua utilidade e contribui (e muito!) para a sua ignorância, mas uma coisa é certa: uma casa repleta de livros será sempre uma casa cheia de histórias (em potência). E depois há sempre a esperança de que aquele dia para ler aquele livro há de sempre chegar!
Escrevia Alberto Manguel na sua Biblioteca à Noite: «Não tenho nenhum sentimento de culpa diante dos livros que não li e talvez jamais lerei; sei que os meus livros têm uma paciência ilimitada. Vão esperar por mim até o fim de meus dias.»
Os seus livros – esses que comprou e ainda não leu – também estão à sua espera! Garantidamente!»


*

«Uma Casa Cheia de Livros»:

Os livros, esses animais sem pernas, mas com olhar, observam-nos mansos
desde as prateleiras. Nós esquecemo-nos deles, habituamo-nos ao seu
silêncio, mas eles não se esquecem de nós, não fazem uma pausa mínima
na sua vigia, sentinelas até daquilo que não se vê. Desde as estantes ou
pousados sem ordem sobre a mesa, os livros conseguem distinguir o que
somos sem qualquer expressão porque eles sabem, eles existem sobretudo
nesse nível transparente, nessa dimensão sussurrada. Os livros sabem mais
do que nós mas, sem defesa, estão à nossa mercê. Podemos atirá-los à
parede, podemos atirá-los ao ar, folhas a restolhar, ar, ar, e vê-los cair, duros e sérios, no chão.



12 abril 2019

12 DE ABRIL - DIA NACIONAL DO AR



Os dias - todos os dias- são dias sinalizados como efemérides ou referenciados a qualquer evento ou situação, acção ou omissão.

Acresce que, cada dia do calendário, é escolhido para evidenciar mais do que um acontecimento. Como é sabido, cada ano tem só 365 ou 366 anos!

As entidades com poder para enfatizarem determinado dia são muitas e variadas, e não lhes falta a iniciativa e a criatividade.

Toda esta nossa introdução para publicitar que o DIA 12 DE ABRIL passa a ser o DIA NACIONAL DO AR por Resolução do Conselho de Ministros n.º 64/2019, de 4 de Abril, publicada in extremis no dia 10 de Abril de 2019, no Diário da República, 1.ª série.

(imagem da Revista INDÚSTRIA E AMBIENTE)

29 janeiro 2019

O CONSELHO DE MINISTROS MANDA USAR A EXPRESSÃO DIREITOS HUMANOS!


O Conselho de Ministros, por RESOLUÇÃO n.º 21/2019, hoje publicada no Diário da República, 1.ª série, N.º 20, resolveu:

"1 — Determinar que o Governo e todos os serviços,
organismos e entidades sujeitos aos seus poderes de direção,
superintendência e tutela adotem de imediato a
expressão universalista «Direitos Humanos» em todos
os seus atos, decisões, normas, orientações, documentos,
edições, publicações, bens culturais ou quaisquer textos e
comunicações, sejam internos ou externos, independentemente
do suporte, bem como todos aqueles que venham a
ser objeto de revisão, reedição, reimpressão ou qualquer
outra forma de modificação.
2 — Determinar que são abrangidos pelo número anterior
todos os documentos oficiais emanados da Administração
para os efeitos da alínea a) do n.º 1 do artigo 3.º
da Lei n.º 26/2016, de 22 de agosto, bem como todos os
documentos autênticos, para os efeitos do artigo 370.º do
Código Civil.
3 — Estabelecer que o Governo deve adotar a expressão
universalista «Direitos Humanos» na aprovação de
diplomas normativos da sua competência.
4 — Determinar que cada área governativa deve desenvolver
iniciativas de divulgação da presente resolução,
com vista à substituição imediata da expressão «Direitos
do Homem» pela expressão «Direitos Humanos»."

Julgaríamos que, sobretudo no âmbito da Administração Pública, a formulação "DIREITOS HUMANOS" agora resolvida se encontrasse pacificamente adquirida.

Não o entendeu assim o CONSELHO DE MINISTROS ao decidir de forma formal e explícita pela supressão imediata da expressão "Direitos do Homem".