PORTUGAL interveio na PRIMEIRA GRANDE GUERRA MUNDIAL, que se iniciou em 1914 e terminou com o ARMISTÍCIO (termo formal das hostilidades) em 11 de novembro de 1918.
As comemorações do Centenário deste ARMISTÍCIO decorrerão em FRANÇA no dia 11 de novembro de 2018.
Como o nosso Presidente da República pretende, por um lado, estar presente nas comemorações que, este ano, em Portugal, se traduzem num muito importante desfile militar e policial, e também comparecer em França, o referido desfile ocorrerá amanhã, 4 de novembro.
Um tão importante desfile sempre exigiria um "ensaio" dos militares e forças policiais, "ensaio" que decorreu hoje em Lisboa, provocando enorme perturbação no trânsito.
O impedimento da circulação rodoviária por muitas artérias lisboetas, não obstou a que colunas militares, em trânsito para o local da prevista PARADA MILITAR, circulassem conjuntamente com o trânsito civil.
Espera-se que o ENSAIO tenha sido um êxito, e a PARADA MILITAR de amanhã constitua um SUCESSO BRILHANTE, digno do CORPO EXPEDICIONÁRIO PORTUGUÊS (CEP) enviado para as trincheiras há cem anos atrás.
(Imagem: cópia digital do bilhete postal do Serviço Fotográfico do Corpo Expedicionário Português - Fotografia Garcez - Divisão de Edições da Assembleia da República - Outubro 2014)
Tudo e mais alguma coisa
Tal como o título indica aqui escreve-se sobre tudo e mais alguma coisa... :P
03 novembro 2018
30 outubro 2018
1418 / 2018 - PERFAZEM-SE 600 ANOS SOBRE A NOMEAÇÃO RÉGIA DE FERNÃO LOPES PARA GUARDA-MOR DA TORRE DO TOMBO!
De origem popular, notário de profissão, guarda-mor da Torre do Tombo desde 1418, Fernão Lopes é encarregado por D. Duarte, provavelmente ainda infante, de «pôr em crónica» as histórias dos reis seus antepassados e recompensado em 1434 com uma onça régia.
Por «pôr em crónica» entendia-se nesta época dispor ordenadamente, numa redacção contínua, as crónicas e memórias que se conservavam. Fernão Lopes [...] utilizou também os documentos arquivísticos da Torre do Tombo [...].
O que há de mais notável em Fernão Lopes e o que o torna inconfundível entre todos os cronistas da Idade Média é a larguíssima visão de conjunto que lhe permite discernir muito mais do que os feitos dos reis e cavaleiros - todo o processo histórico da revolução que transformou nos séculos XIV e XV a sociedade portuguesa (in História da Literatura Portuguesa - António José Saraiva - Publicações Europa-América, 10ª edição, Maio de 1970).
A Torre do Tombo assinala a nomeação de FERNÃO LOPES para guarda-mor desta insubstituível Instituição, e o decurso de 600 anos sobre a mesma, para proceder a uma Exposição sobre tão importante personagem, hoje inaugurada, e a partir de amanhã acessível ao público.
Inserimos, de seguida, cópia da Notícia respectiva, que consta do Portal da Torre do Tombo.
Por «pôr em crónica» entendia-se nesta época dispor ordenadamente, numa redacção contínua, as crónicas e memórias que se conservavam. Fernão Lopes [...] utilizou também os documentos arquivísticos da Torre do Tombo [...].
O que há de mais notável em Fernão Lopes e o que o torna inconfundível entre todos os cronistas da Idade Média é a larguíssima visão de conjunto que lhe permite discernir muito mais do que os feitos dos reis e cavaleiros - todo o processo histórico da revolução que transformou nos séculos XIV e XV a sociedade portuguesa (in História da Literatura Portuguesa - António José Saraiva - Publicações Europa-América, 10ª edição, Maio de 1970).
A Torre do Tombo assinala a nomeação de FERNÃO LOPES para guarda-mor desta insubstituível Instituição, e o decurso de 600 anos sobre a mesma, para proceder a uma Exposição sobre tão importante personagem, hoje inaugurada, e a partir de amanhã acessível ao público.
Inserimos, de seguida, cópia da Notícia respectiva, que consta do Portal da Torre do Tombo.
Exposição: “Fernão Lopes guardador das escrituras do tombo (1418-1454)”
31
Outubro | 31 Janeiro
Inauguração: 30 Outubro, 18h00
Entrada livre
Inauguração: 30 Outubro, 18h00
Entrada livre
A
Torre do Tombo assinala a passagem dos 600 anos sobre a nomeação de
Fernão Lopes como Guardador das Escrituras do Tombo com uma
exposição documental, à qual se associa uma mostra bibliográfica
de homenagem ao Professor Doutor António Borges Coelho e uma
exposição de algumas das pinturas originais da autoria do pintor
Rogério Ribeiro, que ilustraram a obra Fernão Lopes: Crónicas de
D. Pedro I, D. Fernando e D. João I – Antologia.
17 julho 2018
FALECEU ALTINO DO TOJAL, O AUTOR DA CELEBRADA OBRA "OS PUTOS"!
ALTINO DO TOJAL, autor dos contos compilados na obra "OS PUTOS", inicialmente publicada em Outubro de 1964 e, depois, muitas vezes reeditada (são 29 as edições da Imprensa Nacional - Casa da Moeda, sempre revistas e aumentadas), faleceu no domingo.
"OS PUTOS" foram um livro de "culto" dos adolescentes e jovens, particularmente nas décadas de 60 e 70 do século passado.
ALTINO DO TOJAL foi jornalista e escritor e escreveu na 28.ª edição (2001) da Imprensa Nacional - Casa da Moeda, de que exibimos uma cópia da capa:
- Palpita tanto de mim neste livro quadragenário que, se me abalançasse a uma autobiografia, o primeiro dos seus 145 contos - escrito quando jovem, num austero quartito alugado onde o sonho era o único conforto - seria excelente começo, enquanto o último - escrito já no Inverno da vida - seria o epílogo perfeito.
Note-se que, ALTINO DO TOJAL, na 5.ª edição da Seara Nova d´OS PUTOS, apresenta apenas 23 contos: o 1.º intitulado O campo de Judite; o 23.º denominado Sardinhas e Lua, e que o autor, numa sua "arrumação", veio a chamar OS PUTOS DA PRIMAVERA, por terem sido publicados na sua juventude.
(imagens: cópia das capas de "OS PUTOS", na 5.ª edição (1975) da Seara Nova, e da 28.ª edição (2001) da Imprensa Nacional - Casa da Moeda)
"OS PUTOS" foram um livro de "culto" dos adolescentes e jovens, particularmente nas décadas de 60 e 70 do século passado.
ALTINO DO TOJAL foi jornalista e escritor e escreveu na 28.ª edição (2001) da Imprensa Nacional - Casa da Moeda, de que exibimos uma cópia da capa:
- Palpita tanto de mim neste livro quadragenário que, se me abalançasse a uma autobiografia, o primeiro dos seus 145 contos - escrito quando jovem, num austero quartito alugado onde o sonho era o único conforto - seria excelente começo, enquanto o último - escrito já no Inverno da vida - seria o epílogo perfeito.
Note-se que, ALTINO DO TOJAL, na 5.ª edição da Seara Nova d´OS PUTOS, apresenta apenas 23 contos: o 1.º intitulado O campo de Judite; o 23.º denominado Sardinhas e Lua, e que o autor, numa sua "arrumação", veio a chamar OS PUTOS DA PRIMAVERA, por terem sido publicados na sua juventude.
(imagens: cópia das capas de "OS PUTOS", na 5.ª edição (1975) da Seara Nova, e da 28.ª edição (2001) da Imprensa Nacional - Casa da Moeda)
16 julho 2018
NO DIA DE "SÃO" RONALDO ...
Neste dia em que CRISTIANO RONALDO foi apresentado em TURIM como novo jogador da JUVENTUS FOOTBALL CLUB, vencedora dos últimos sete campeonatos de futebol em ITÁLIA, decidimos divulgar acontecimentos menos conhecidos deste fora de série.
(imagem: marca.com)
(imagem: marca.com)
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Dias Especiais
31 maio 2018
21 maio 2018
GERMANO ALMEIDA - PRÉMIO CAMÕES 2018
O PRÉMIO CAMÕES 2018 foi hoje atribuído ao escritor cabo-verdiano GERMANO ALMEIDA, um dos meus escritores preferidos pela notável capacidade de transmitir nos seus romances a vida genuína das gentes de Cabo Verde; de articular o formal e o informal; estabelecer os laços das várias ordens que norteiam a vida do povo cabo-verdiano.
GERMANO ALMEIDA, há muito despertou a minha atenção e merece o meu crédito literário.
Sem olvidar "O Testamento do Sr. Nepomuceno da Silva Araújo"; O Meu Poeta" (1992); "Estórias Contadas (1998); "O Dia das Calças Roladas" (1999); "O MAR NA LAJINHA" (2004), e outras obras, não posso deixar de enfatizar "Os Dois Irmãos" (1995), que adquiri em 29 de Maio de 1996 na Feira do Livro de Lisboa, e li num repente, por - como refere GERMANO ALMEIDA - ali "a realidade se confundir com a ficção".
GERMANO ALMEIDA foi a escolha unânime do júri do PRÉMIO CAMÕES.
PARABÉNS a GERMANO ALMEIDA e à LITERATURA DE CABO-VERDE, que muito justamente se encontram em FESTA.
(imagem da capa da edição de Outubro de 1995, da CAMINHO, do romance OS DOIS IRMÃOS)
GERMANO ALMEIDA, há muito despertou a minha atenção e merece o meu crédito literário.
Sem olvidar "O Testamento do Sr. Nepomuceno da Silva Araújo"; O Meu Poeta" (1992); "Estórias Contadas (1998); "O Dia das Calças Roladas" (1999); "O MAR NA LAJINHA" (2004), e outras obras, não posso deixar de enfatizar "Os Dois Irmãos" (1995), que adquiri em 29 de Maio de 1996 na Feira do Livro de Lisboa, e li num repente, por - como refere GERMANO ALMEIDA - ali "a realidade se confundir com a ficção".
GERMANO ALMEIDA foi a escolha unânime do júri do PRÉMIO CAMÕES.
PARABÉNS a GERMANO ALMEIDA e à LITERATURA DE CABO-VERDE, que muito justamente se encontram em FESTA.
(imagem da capa da edição de Outubro de 1995, da CAMINHO, do romance OS DOIS IRMÃOS)
25 abril 2018
25 de ABRIL de 1974 – DIA DA LIBERDADE!
Hoje comemoram-se 44 anos de LIBERDADE!
Esta LIBERDADE que vivemos só se
tornou possível com o golpe militar de 25 de ABRIL, movimento das
FORÇAS ARMADAS a que a esmagadora maioria do povo português logo
apoiou de forma empolgante e militantemente activa.
As FORÇAS ARMADAS, lideradas por
jovens capitães, pôs termo a um período de quase 50 anos de
DITADURA, onde se evidenciou o académico de Coimbra, ANTÓNIO DE
OLIVEIRA SALAZAR, como Presidente do Governo.
Nesse regime político, tudo aquilo que
não seguisse a orientação do PODER instituído era PROIBIDO, e
todos quantos não se conformassem com a correspondente “cartilha”
eram vítima de perseguição, proibição, vigilância “pidesca”,
tortura, prisão, e, mesmo, assassínio.
A comemoração do 1.º de MAIO, Dia do
Trabalhador, era proibida e reprimida a todo o custo.
Não surpreende, assim, que o 1.º de
MAIO de 1974 tenha sido comemorado por milhares e milhares de
portugueses, que – em MANIFESTAÇÃO – vieram para as ruas, em
todo o País.
É deste 1.º de MAIO de 1974,
comemorado em Lisboa, ainda em UNIDADE, que apresentamos uma foto do
saudoso fotojornalista CARLOS GIL, que incansavelmente registou
fotograficamente os eventos mais significativos do 25 de ABRIL e do
movimento popular que desencadeou.
(foto digitalizada da brochura que foi
editada para a exposição organizada em Abril de 2014 pela FUNDAÇÃO
MÁRIO SOARES e intitulada “ROSTOS DA REVOLUÇÃO).
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Aniversários; Dias Especiais,
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