Nunca o Governo encarou qualquer outra greve como a dos motoristas do transporte de combustível, anunciada para as 00h00 horas da próxima segunda feira.
Aderindo à estratégia de que a melhor defesa é o ataque, o Governo estabeleceu uns serviços mínimos de grande dimensão, e determinou que lhe sejam transmitidos constantemente os níveis de combustível nos tanques das gasolineiras.
O Governo não deixará que o trânsito rodoviário seja afectado; que falte o combustível nos aeroportos; que a distribuição sofra quaisquer quebras, etc. etc. etc.
Para tanto, o Governo já avisou que não perdoará aos grevistas qualquer infracção aos serviços mínimos, caso em que decretará a requisição civil.
A eventual inobservância da requisição civil, para além das consequências disciplinares, desencadeará também a instauração de processos crimes por desobediência.
Os portugueses estão muito agradecidos ao Governo pela sua previdência, cautela, zelo e clarividência.
Os portugueses, que prezam sobretudo a posse de um ou mais veículos automóveis, e adoram lotar as rodovias, dia após dia, no pára arranca infernal, não fosse o diabo tecê-las, já se preveniram, sem excepção, atestando as suas bombas.
Podemos todos dormir esta noite como uns anjinhos: o Governo velará por nós, e as gasolineiras encontram-se com os seus tanques bem atestados.
Glória ao Governo que, desta vez, promete uma atitude robusta, e contra atacará onde se mostrar necessário.
O patronato também se revela tranquilo, e com os cofres bem nutridos.
VIVA, VIVA, VIVA O NOSSO PRIMEIRO-MINISTRO!
(desenho visto em galeria.colorir.com)
Tal como o título indica aqui escreve-se sobre tudo e mais alguma coisa... :P
11 agosto 2019
25 abril 2019
HOJE COMEMORAM-SE 45 ANOS SOBRE O 25 DE ABRIL!
Comemorou-se hoje o 45.º aniversário do golpe militar que derrotou a ditadura que OPRIMIA e EXPLORAVA a maioria dos portugueses desde 1926, isto é, durante 48 anos.
(imagem de flfrevista.pt)
23 abril 2019
DIA MUNDIAL DO LIVRO E DOS DIREITOS DE AUTOR!
Hoje, dia 23 de abril, é o DIA MUNDIAL DO LIVRO E DOS DIREITOS DE AUTOR.
O signatário, que se interessa muito por livros, livrarias, bibliotecas, escritores, literatura, e por tudo quanto se encontra relacionado com esta realidade, entendeu que deveria aproveitar a efeméride indicada em epígrafe para se pronunciar sobre o livro.
Refletindo sobre a matéria, concluiu que iria afirmar a importância do livro, da leitura, do crescimento dos escritores, do aumento dos livros editados, mas também das reduzidas tiragens, e da redução do número de leitores.
Algumas destas circunstâncias ninguém contesta; outras não escapariam a acesa discórdia.
Renunciámos assim a esta orientação e aprofundamento.
Optámos por reproduzir um interessante e divertido texto inserido no PRELO da Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM)(http://prelo.incm.pt/2018/08/tsundoku.html), intitulado: TSUNDOKU, OU A ARTE DE EMPILHAR, e um não menos interessante extrato de uma crónica de José Luís Peixoto, publicada no Jornal de Letras, em maio de 2011, intitulada «Uma Casa Cheia de Livros».
O signatário, que se interessa muito por livros, livrarias, bibliotecas, escritores, literatura, e por tudo quanto se encontra relacionado com esta realidade, entendeu que deveria aproveitar a efeméride indicada em epígrafe para se pronunciar sobre o livro.
Refletindo sobre a matéria, concluiu que iria afirmar a importância do livro, da leitura, do crescimento dos escritores, do aumento dos livros editados, mas também das reduzidas tiragens, e da redução do número de leitores.
Algumas destas circunstâncias ninguém contesta; outras não escapariam a acesa discórdia.
Renunciámos assim a esta orientação e aprofundamento.
Optámos por reproduzir um interessante e divertido texto inserido no PRELO da Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM)(http://prelo.incm.pt/2018/08/tsundoku.html), intitulado: TSUNDOKU, OU A ARTE DE EMPILHAR, e um não menos interessante extrato de uma crónica de José Luís Peixoto, publicada no Jornal de Letras, em maio de 2011, intitulada «Uma Casa Cheia de Livros».
«TSUNDOKU,
OU A ARTE DE EMPILHAR
Não
resiste a entrar numa livraria? Compra livros, leva-os para casa e
depois depara-se com pilhas de volumes amontoados
à espera de leitura? Vive no meio de estantes atulhadas de obras,
adquiridas por si, que nunca foram
lidas e que continuam e (tudo indica que) vão continuar à espera da
sua atenção? No seu quarto há uma tonelada
de livros abertos que foram apenas folheados? Uns a servirem mesmo de
mesa de cabeceira? Se respondeu
sim, então seguramente é um praticante de Tsundoku!
Tsundo-quê?
Tsundoku! Não, não se trata de um golpe de karaté!
Foneticamente
muito parecido com Sudoku, o Tsundoku não tem nada a ver com o
célebre jogo de lógica e
números.
Não, não tem! Trata-se de uma palavra de origem japonesa que
significa literalmente comprar livros, empilhá-los
e nunca os ler.
O
termo teve origem no século XIX, durante a era de Meiji, no seio da
burguesia nipónica muito preocupada com o
olhar dos outros e com as respetivas aparências culturais.
Acumulavam livros sem nunca os abrir. Mas o termo só
recentemente se tornou conhecido no Ocidente. Trata-se da contração
de «Tsunde», que significa «empilhar coisas»
e «Oku», que significa «por algum tempo».
Atenção:
quando o amor pelos livros chega a tal ponto que as relações
sociais e a saúde ficam ameaçadas, já
não
se trata de Tsundoku, mas sim de um transtorno obsessivo-compulsivo
denominado de bibliomania (não
confundir
com bibliofilia, que consiste em colecionar livros raros e preciosos,
nem com bibliofagia que consiste
em
destruir ou roer livros)!
Fazer
dos livros apenas objetos de decoração é limitar (e muito!) a sua
utilidade e contribui (e muito!) para a sua ignorância,
mas uma coisa é certa: uma casa repleta de livros será sempre uma
casa cheia de histórias (em potência).
E depois há sempre a esperança de que aquele dia para ler aquele
livro há de sempre chegar!
Escrevia
Alberto Manguel na sua Biblioteca
à Noite: «Não
tenho nenhum sentimento de culpa diante dos livros que
não li e talvez jamais lerei; sei que os meus livros têm uma
paciência ilimitada. Vão esperar por mim até o fim
de meus dias.»
Os
seus livros – esses que comprou e ainda não leu – também estão
à sua espera! Garantidamente!»
*
«Uma
Casa Cheia de Livros»:
Os
livros, esses animais sem pernas, mas com olhar, observam-nos mansos
desde
as prateleiras. Nós esquecemo-nos deles, habituamo-nos ao seu
silêncio,
mas eles não se esquecem de nós, não fazem uma pausa mínima
na
sua vigia, sentinelas até daquilo que não se vê. Desde as estantes
ou
pousados
sem ordem sobre a mesa, os livros conseguem distinguir o que
somos
sem qualquer expressão porque eles sabem, eles existem sobretudo
nesse
nível transparente, nessa dimensão sussurrada. Os livros sabem mais
do
que nós mas, sem defesa, estão à nossa mercê. Podemos atirá-los
à
parede,
podemos atirá-los ao ar, folhas a restolhar, ar, ar, e vê-los cair,
duros e sérios, no chão.
12 abril 2019
12 DE ABRIL - DIA NACIONAL DO AR
Os dias - todos os dias- são dias sinalizados como efemérides ou referenciados a qualquer evento ou situação, acção ou omissão.
Acresce que, cada dia do calendário, é escolhido para evidenciar mais do que um acontecimento. Como é sabido, cada ano tem só 365 ou 366 anos!
As entidades com poder para enfatizarem determinado dia são muitas e variadas, e não lhes falta a iniciativa e a criatividade.
Toda esta nossa introdução para publicitar que o DIA 12 DE ABRIL passa a ser o DIA NACIONAL DO AR por Resolução do Conselho de Ministros n.º 64/2019, de 4 de Abril, publicada in extremis no dia 10 de Abril de 2019, no Diário da República, 1.ª série.
(imagem da Revista INDÚSTRIA E AMBIENTE)
29 janeiro 2019
O CONSELHO DE MINISTROS MANDA USAR A EXPRESSÃO DIREITOS HUMANOS!
O Conselho de Ministros, por RESOLUÇÃO n.º 21/2019, hoje publicada no Diário da República, 1.ª série, N.º 20, resolveu:
"1 — Determinar que o Governo e todos os serviços,
organismos e entidades sujeitos aos seus poderes de direção,
superintendência e tutela adotem de imediato a
expressão universalista «Direitos Humanos» em todos
os seus atos, decisões, normas, orientações, documentos,
edições, publicações, bens culturais ou quaisquer textos e
comunicações, sejam internos ou externos, independentemente
do suporte, bem como todos aqueles que venham a
ser objeto de revisão, reedição, reimpressão ou qualquer
outra forma de modificação.
2 — Determinar que são abrangidos pelo número anterior
todos os documentos oficiais emanados da Administração
para os efeitos da alínea a) do n.º 1 do artigo 3.º
da Lei n.º 26/2016, de 22 de agosto, bem como todos os
documentos autênticos, para os efeitos do artigo 370.º do
Código Civil.
3 — Estabelecer que o Governo deve adotar a expressão
universalista «Direitos Humanos» na aprovação de
diplomas normativos da sua competência.
4 — Determinar que cada área governativa deve desenvolver
iniciativas de divulgação da presente resolução,
com vista à substituição imediata da expressão «Direitos
do Homem» pela expressão «Direitos Humanos»."
Julgaríamos que, sobretudo no âmbito da Administração Pública, a formulação "DIREITOS HUMANOS" agora resolvida se encontrasse pacificamente adquirida.
Não o entendeu assim o CONSELHO DE MINISTROS ao decidir de forma formal e explícita pela supressão imediata da expressão "Direitos do Homem".
23 dezembro 2018
FESTAS FELIZES!
O Tudoemaisalgumacoisaleonor deseja a todos os seus leitores uma QUADRA NATALÍCIA MUITO FELIZ, e um NOVO ANO de 2019, conforme as suas aspirações.
(imagem da nossa árvore de Natal)
(imagem da nossa árvore de Natal)
10 dezembro 2018
70º ANIVERSÁRIO DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS
Comemora-se hoje o 70º
aniversário da DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS.
“A
Declaração Universal dos Direitos Humanos foi adotada pela
Assembleia Geral das Nações Unidas no Palácio de Chaillot, em
Paris, três anos após o fim da Segunda Guerra Mundial. O texto foi
discutido, durante 18 meses, por um comité com membros e
conselheiros de todo o mundo”.
No
seu artigo 1º declara-se que:
“Todos
os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São
dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns
aos outros com espírito de fraternidade”.
Na
mensagem que divulgou pelo Dia dos Direitos Humanos, António
Guterres afirmou que a
Declaração
Universal dos Direitos Humanos “tem sido um farol global iluminando
a dignidade, a igualdade e o bem-estar e trazendo esperança a
lugares obscuros.”
Setenta
anos depois, o secretário-geral da ONU afirmou que todas as pessoas
têm o dever de
“defender
os direitos humanos para todos, em todos os lugares.”
[Foi
criado o projeto ‘Add Your Voice
(https://www.un.org/en/udhr-video/curated.shtml)’, que visa
promover e disseminar a Declaração Universal dos Direitos do Homem
em mais de 100 idiomas].
[Foi
também lançado um site chamado ‘Stand Up 4 Human Rights '(http://www.standup4humanrights.org/en/index.html)’].
“A
aplicação online permite que as pessoas gravem a leitura de um
artigo da Declaração na sua língua e que partilhem essa gravação
nas redes sociais.
Já
foram feitas gravações de artigos em mais de 80 línguas”.
Recorda-se
que o Conselho de Ministros, através da Resolução
do Conselho de Ministros n.º 48/2018, de 5 de abril,
publicada no Diário
da República, 1.ª série — N.º 83 — 30 de abril de 2018
consignou que:
No
corrente ano de 2018, assinala -se o 70.º aniversário da
proclamação da Declaração Universal dos Direitos
Humanos
(DUDH), e os 40 anos da sua publicação oficial no Diário
da República em Portugal, bem como o 40.º
aniversário da adesão de Portugal à Convenção Europeia dos
Direitos Humanos (CEDH), que consumou a edificação entre nós do
Estado de direito constitucional, nos termos da Constituição da
República Portuguesa de 1976.
Reconhecendo
a importância histórica de que se reveste a aprovação da DUDH
pela Assembleia Geral das Nações
Unidas,
reunida na sua terceira sessão, em Paris, a 10 de dezembro de 1948,
e a aprovação da CEDH em Roma,
em
1950, no âmbito do Conselho da Europa, entende o Governo ser seu
dever reafirmar a adesão de Portugal, à
mensagem
humanista e universalista tão claramente projetada nos dois
documentos fundacionais que pretende
comemorar:
a Declaração, que esteve na génese de uma ordem jurídica global
baseada na dignidade humana, e a
Convenção,
que no âmbito europeu constitui um garante maior de que os direitos
humanos são integralmente respeitados pelas Partes que a ela se
vincularam.
A
República Portuguesa reconhece, valoriza e promove os direitos
humanos em todas as instâncias. Portugal pugnapelo cumprimento das
obrigações que assumiu em virtude da sua adesão a estes
instrumentos internacionais e contribui ativamente, nos fóruns
regionais e internacionais competentes, para o desenvolvimento e
aprofundamento dos Direitos Humanos enquanto ramo vivo do Direito
Internacional.
O
Governo considera, por isso, ser pertinente e oportuna
a
comemoração destas duas importantes efemérides. Desde logo, como
ocasião simbólica para divulgar os direitos
humanos,
conferindo -lhes maior visibilidade, e para estimular o debate
público sobre os mesmos, tendo em conta
a
realidade nacional, fomentando a reflexão sobre a forma de exercer
plenamente a cidadania e de criar uma consciência coletiva dos
direitos e obrigações dos cidadãos. Nesta perspetiva, sem prejuízo
de outras vertentes de ação que possam vir a ser exploradas, o
Governo considera essencial promover iniciativas educativas, em
contexto escolar, destinadas a crianças e jovens, que visem a
aprendizagem sobre os direitos humanos.
Assim:
Nos
termos das alíneas d)
e g)
do artigo 199.º da Constituição,
o
Conselho de Ministros resolve:
1
— Criar o Grupo de Trabalho Interministerial para as Comemorações
dos 70 anos da Declaração Universal
dos
Direitos Humanos (DUDH) e dos 40 anos da Adesão de Portugal à
Convenção Europeia dos Direitos Humanos (CEDH), adiante designado
Grupo de Trabalho.
2
— Estabelecer que o Grupo de Trabalho tem por missão:
a)
Assinalar e comemorar os 70 anos da DUDH e os 40 anos da sua
publicação oficial em Portugal;
b)
Assinalar e comemorar os 40 anos da adesão de Portugal à CEDH;
c)
Divulgar e estimular o debate público sobre a temática dos direitos
humanos e sobre os seus desafios na
atualidade;
d)
Promover iniciativas de caráter educativo, em contexto escolar, que
visem a aprendizagem sobre os direitos
humanos.
3
— Determinar que o Grupo de Trabalho é constituído, nomeadamente,
por:
a)
Um Comissário, que preside;
b)
Dois representantes do Ministro dos Negócios Estrangeiros;
c)
Um representante da Secretária de Estado da Cidadania
e
Igualdade;
d)
Um representante da Ministra da Justiça;
e)
Dois representantes do Ministro da Educação.
4
— Nomear como Comissário do Grupo de Trabalho o Professor Doutor
Vital Martins Moreira, cuja nota curricular consta do anexo à
presente resolução e que delafaz parte integrante.
5
— Determinar que os membros do Grupo de Trabalho não auferem
qualquer acréscimo remuneratório ou abono
pelo
exercício das suas funções.
6
— Mandatar o Comissário para se articular e cooperar com a
Assembleia da República, com a Provedoria de
Justiça
e com outras instituições públicas interessadas, no âmbito das
iniciativas que estas entidades venham a promover no quadro das
comemorações do 70.º aniversário da DUDH e do 40.º aniversário
da adesão de Portugal à CEDH.
7
— Determinar que o apoio técnico, logístico e administrativo
necessário ao funcionamento do Grupo de
Trabalho
é assegurado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e pelo
Ministério da Justiça.
8
— Estabelecer que o Grupo de Trabalho aprova e publicita,
designadamente, na Internet, as linhas orientadoras
do
Programa das Comemorações até 30 de junho de 2018.
9
— Definir que das linhas orientadoras do Programa das Comemorações
deve constar, designadamente:
a)
A organização de uma sessão comemorativa do 70.º aniversário da
aprovação da DUDH;
b)
A organização de uma sessão comemorativa do 40.º aniversário da
adesão de Portugal à CEDH;
c)
A organização de seminários ou conferências sobre Direitos
Humanos, que deverá contar com o envolvimento
das
entidades públicas e da sociedade civil que se dediquem à temática
dos direitos humanos (e.g. instituições
de
ensino superior, centros de investigação e organizações não
-governamentais), e cuja realização deverá ser
descentralizada
e promover o envolvimento de agências e organismos internacionais;
d)
A organização de uma iniciativa educativa a promover nas escolas a
nível nacional;
e)
A organização de uma campanha nacional de divulgação e
sensibilização para os Direitos Humanos;
f)
A articulação com iniciativas a desenvolver ao abrigo de planos ou
estratégias nacionais em curso cuja associação a estas
comemorações seja relevante, nomeadamente o Portugal + Igual —
Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação 2018
-2030, e os respetivos planos de ação, a Estratégia Nacional para
a Integração das Comunidades Ciganas e a Estratégia Nacional de
Educação para a Cidadania.
10
— Determinar que as iniciativas previstas no Programa das
Comemorações deverão ser financeiramente
suportadas
pelos orçamentos das áreas governativas competentes, em montante a
fixar por despacho dos respetivos Ministros.
11
— Estabelecer que o Grupo de Trabalho se extingue no dia 31 de
dezembro de 2018, devendo apresentar um
relatório
sobre a sua atividade.
12
— Determinar que a presente resolução produz efeitos a partir da
data da sua publicação.
06 dezembro 2018
29 novembro 2018
CONDECORADOS PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA O ANTERIOR PRESIDENTE DO S.T.J. E A ANTERIOR P.G.R.
Foi hoje publicitado no Diário da República que, por Alvarás de 2 e 22 de Outubro de 2018, o anterior Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Juiz Conselheiro António Silva Henriques Gaspar, e a anterior Procuradora-Geral da República, Dr.a Maria Joana Raposo Marques Vidal, respectivamente, foram agraciados com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo.
"A Ordem Militar de Cristo destina-se a distinguir destacados serviços prestados ao País no exercício das funções de soberania".
(imagens de c.s.m.org.pt e sic.noticias.sapo.pt)
"A Ordem Militar de Cristo destina-se a distinguir destacados serviços prestados ao País no exercício das funções de soberania".
(imagens de c.s.m.org.pt e sic.noticias.sapo.pt)
MAIS UM PARTIDO POLÍTICO: É O ALIANÇA, E FOI HOJE ADMITIDO PELO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL
O acórdão do Tribunal Constitucional hoje (28/11/2018) publicado no Diário da Republica, II.ª série - Parte D, deferiu o pedido de Pedro Santana Lopes e de outros quatro requerentes e [mandou registar no registo próprio do Tribunal Constitucional, o partido político denominado «Aliança», com a sigla «A» e símbolo que anexaram].
Concretizou-se assim o publicitado propósito de Pedro Santana Lopes constituir um novo partido que, nos termos do artigo 1.º do Projecto de Estatutos, também publicado no mesmo Diário da República será inspirado nos princípios e valores do personalismo, liberalismo e solidariedade, no respeito pela Constituição da República Portuguesa, na dignidade da pessoa humana e na afirmação da vontade popular para a construção de uma sociedade mais livre, mais justa e mais solidária.
Este partido integrar-se-á na área social-democrata, de que é oriundo Pedro Santana Lopes, podendo vir a constituir mais uma "dor de cabeça" para Rui Rio e, quem sabe, determinar deserções e divisões no PPD/PSD.
(imagem: cópia do símbolo anexo ao Acórdão do Tribunal Constitucional)
Concretizou-se assim o publicitado propósito de Pedro Santana Lopes constituir um novo partido que, nos termos do artigo 1.º do Projecto de Estatutos, também publicado no mesmo Diário da República será inspirado nos princípios e valores do personalismo, liberalismo e solidariedade, no respeito pela Constituição da República Portuguesa, na dignidade da pessoa humana e na afirmação da vontade popular para a construção de uma sociedade mais livre, mais justa e mais solidária.
Este partido integrar-se-á na área social-democrata, de que é oriundo Pedro Santana Lopes, podendo vir a constituir mais uma "dor de cabeça" para Rui Rio e, quem sabe, determinar deserções e divisões no PPD/PSD.
(imagem: cópia do símbolo anexo ao Acórdão do Tribunal Constitucional)
03 novembro 2018
O ARMISTÍCIO - O FIM DA PRIMEIRA GRANDE GUERRA MUNDIAL (1914-1918)
PORTUGAL interveio na PRIMEIRA GRANDE GUERRA MUNDIAL, que se iniciou em 1914 e terminou com o ARMISTÍCIO (termo formal das hostilidades) em 11 de novembro de 1918.
As comemorações do Centenário deste ARMISTÍCIO decorrerão em FRANÇA no dia 11 de novembro de 2018.
Como o nosso Presidente da República pretende, por um lado, estar presente nas comemorações que, este ano, em Portugal, se traduzem num muito importante desfile militar e policial, e também comparecer em França, o referido desfile ocorrerá amanhã, 4 de novembro.
Um tão importante desfile sempre exigiria um "ensaio" dos militares e forças policiais, "ensaio" que decorreu hoje em Lisboa, provocando enorme perturbação no trânsito.
O impedimento da circulação rodoviária por muitas artérias lisboetas, não obstou a que colunas militares, em trânsito para o local da prevista PARADA MILITAR, circulassem conjuntamente com o trânsito civil.
Espera-se que o ENSAIO tenha sido um êxito, e a PARADA MILITAR de amanhã constitua um SUCESSO BRILHANTE, digno do CORPO EXPEDICIONÁRIO PORTUGUÊS (CEP) enviado para as trincheiras há cem anos atrás.
(Imagem: cópia digital do bilhete postal do Serviço Fotográfico do Corpo Expedicionário Português - Fotografia Garcez - Divisão de Edições da Assembleia da República - Outubro 2014)
As comemorações do Centenário deste ARMISTÍCIO decorrerão em FRANÇA no dia 11 de novembro de 2018.
Como o nosso Presidente da República pretende, por um lado, estar presente nas comemorações que, este ano, em Portugal, se traduzem num muito importante desfile militar e policial, e também comparecer em França, o referido desfile ocorrerá amanhã, 4 de novembro.
Um tão importante desfile sempre exigiria um "ensaio" dos militares e forças policiais, "ensaio" que decorreu hoje em Lisboa, provocando enorme perturbação no trânsito.
O impedimento da circulação rodoviária por muitas artérias lisboetas, não obstou a que colunas militares, em trânsito para o local da prevista PARADA MILITAR, circulassem conjuntamente com o trânsito civil.
Espera-se que o ENSAIO tenha sido um êxito, e a PARADA MILITAR de amanhã constitua um SUCESSO BRILHANTE, digno do CORPO EXPEDICIONÁRIO PORTUGUÊS (CEP) enviado para as trincheiras há cem anos atrás.
(Imagem: cópia digital do bilhete postal do Serviço Fotográfico do Corpo Expedicionário Português - Fotografia Garcez - Divisão de Edições da Assembleia da República - Outubro 2014)
30 outubro 2018
1418 / 2018 - PERFAZEM-SE 600 ANOS SOBRE A NOMEAÇÃO RÉGIA DE FERNÃO LOPES PARA GUARDA-MOR DA TORRE DO TOMBO!
De origem popular, notário de profissão, guarda-mor da Torre do Tombo desde 1418, Fernão Lopes é encarregado por D. Duarte, provavelmente ainda infante, de «pôr em crónica» as histórias dos reis seus antepassados e recompensado em 1434 com uma onça régia.
Por «pôr em crónica» entendia-se nesta época dispor ordenadamente, numa redacção contínua, as crónicas e memórias que se conservavam. Fernão Lopes [...] utilizou também os documentos arquivísticos da Torre do Tombo [...].
O que há de mais notável em Fernão Lopes e o que o torna inconfundível entre todos os cronistas da Idade Média é a larguíssima visão de conjunto que lhe permite discernir muito mais do que os feitos dos reis e cavaleiros - todo o processo histórico da revolução que transformou nos séculos XIV e XV a sociedade portuguesa (in História da Literatura Portuguesa - António José Saraiva - Publicações Europa-América, 10ª edição, Maio de 1970).
A Torre do Tombo assinala a nomeação de FERNÃO LOPES para guarda-mor desta insubstituível Instituição, e o decurso de 600 anos sobre a mesma, para proceder a uma Exposição sobre tão importante personagem, hoje inaugurada, e a partir de amanhã acessível ao público.
Inserimos, de seguida, cópia da Notícia respectiva, que consta do Portal da Torre do Tombo.
Por «pôr em crónica» entendia-se nesta época dispor ordenadamente, numa redacção contínua, as crónicas e memórias que se conservavam. Fernão Lopes [...] utilizou também os documentos arquivísticos da Torre do Tombo [...].
O que há de mais notável em Fernão Lopes e o que o torna inconfundível entre todos os cronistas da Idade Média é a larguíssima visão de conjunto que lhe permite discernir muito mais do que os feitos dos reis e cavaleiros - todo o processo histórico da revolução que transformou nos séculos XIV e XV a sociedade portuguesa (in História da Literatura Portuguesa - António José Saraiva - Publicações Europa-América, 10ª edição, Maio de 1970).
A Torre do Tombo assinala a nomeação de FERNÃO LOPES para guarda-mor desta insubstituível Instituição, e o decurso de 600 anos sobre a mesma, para proceder a uma Exposição sobre tão importante personagem, hoje inaugurada, e a partir de amanhã acessível ao público.
Inserimos, de seguida, cópia da Notícia respectiva, que consta do Portal da Torre do Tombo.
Exposição: “Fernão Lopes guardador das escrituras do tombo (1418-1454)”
31
Outubro | 31 Janeiro
Inauguração: 30 Outubro, 18h00
Entrada livre
Inauguração: 30 Outubro, 18h00
Entrada livre
A
Torre do Tombo assinala a passagem dos 600 anos sobre a nomeação de
Fernão Lopes como Guardador das Escrituras do Tombo com uma
exposição documental, à qual se associa uma mostra bibliográfica
de homenagem ao Professor Doutor António Borges Coelho e uma
exposição de algumas das pinturas originais da autoria do pintor
Rogério Ribeiro, que ilustraram a obra Fernão Lopes: Crónicas de
D. Pedro I, D. Fernando e D. João I – Antologia.
17 julho 2018
FALECEU ALTINO DO TOJAL, O AUTOR DA CELEBRADA OBRA "OS PUTOS"!
ALTINO DO TOJAL, autor dos contos compilados na obra "OS PUTOS", inicialmente publicada em Outubro de 1964 e, depois, muitas vezes reeditada (são 29 as edições da Imprensa Nacional - Casa da Moeda, sempre revistas e aumentadas), faleceu no domingo.
"OS PUTOS" foram um livro de "culto" dos adolescentes e jovens, particularmente nas décadas de 60 e 70 do século passado.
ALTINO DO TOJAL foi jornalista e escritor e escreveu na 28.ª edição (2001) da Imprensa Nacional - Casa da Moeda, de que exibimos uma cópia da capa:
- Palpita tanto de mim neste livro quadragenário que, se me abalançasse a uma autobiografia, o primeiro dos seus 145 contos - escrito quando jovem, num austero quartito alugado onde o sonho era o único conforto - seria excelente começo, enquanto o último - escrito já no Inverno da vida - seria o epílogo perfeito.
Note-se que, ALTINO DO TOJAL, na 5.ª edição da Seara Nova d´OS PUTOS, apresenta apenas 23 contos: o 1.º intitulado O campo de Judite; o 23.º denominado Sardinhas e Lua, e que o autor, numa sua "arrumação", veio a chamar OS PUTOS DA PRIMAVERA, por terem sido publicados na sua juventude.
(imagens: cópia das capas de "OS PUTOS", na 5.ª edição (1975) da Seara Nova, e da 28.ª edição (2001) da Imprensa Nacional - Casa da Moeda)
"OS PUTOS" foram um livro de "culto" dos adolescentes e jovens, particularmente nas décadas de 60 e 70 do século passado.
ALTINO DO TOJAL foi jornalista e escritor e escreveu na 28.ª edição (2001) da Imprensa Nacional - Casa da Moeda, de que exibimos uma cópia da capa:
- Palpita tanto de mim neste livro quadragenário que, se me abalançasse a uma autobiografia, o primeiro dos seus 145 contos - escrito quando jovem, num austero quartito alugado onde o sonho era o único conforto - seria excelente começo, enquanto o último - escrito já no Inverno da vida - seria o epílogo perfeito.
Note-se que, ALTINO DO TOJAL, na 5.ª edição da Seara Nova d´OS PUTOS, apresenta apenas 23 contos: o 1.º intitulado O campo de Judite; o 23.º denominado Sardinhas e Lua, e que o autor, numa sua "arrumação", veio a chamar OS PUTOS DA PRIMAVERA, por terem sido publicados na sua juventude.
(imagens: cópia das capas de "OS PUTOS", na 5.ª edição (1975) da Seara Nova, e da 28.ª edição (2001) da Imprensa Nacional - Casa da Moeda)
16 julho 2018
NO DIA DE "SÃO" RONALDO ...
Neste dia em que CRISTIANO RONALDO foi apresentado em TURIM como novo jogador da JUVENTUS FOOTBALL CLUB, vencedora dos últimos sete campeonatos de futebol em ITÁLIA, decidimos divulgar acontecimentos menos conhecidos deste fora de série.
(imagem: marca.com)
(imagem: marca.com)
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Dias Especiais
31 maio 2018
21 maio 2018
GERMANO ALMEIDA - PRÉMIO CAMÕES 2018
O PRÉMIO CAMÕES 2018 foi hoje atribuído ao escritor cabo-verdiano GERMANO ALMEIDA, um dos meus escritores preferidos pela notável capacidade de transmitir nos seus romances a vida genuína das gentes de Cabo Verde; de articular o formal e o informal; estabelecer os laços das várias ordens que norteiam a vida do povo cabo-verdiano.
GERMANO ALMEIDA, há muito despertou a minha atenção e merece o meu crédito literário.
Sem olvidar "O Testamento do Sr. Nepomuceno da Silva Araújo"; O Meu Poeta" (1992); "Estórias Contadas (1998); "O Dia das Calças Roladas" (1999); "O MAR NA LAJINHA" (2004), e outras obras, não posso deixar de enfatizar "Os Dois Irmãos" (1995), que adquiri em 29 de Maio de 1996 na Feira do Livro de Lisboa, e li num repente, por - como refere GERMANO ALMEIDA - ali "a realidade se confundir com a ficção".
GERMANO ALMEIDA foi a escolha unânime do júri do PRÉMIO CAMÕES.
PARABÉNS a GERMANO ALMEIDA e à LITERATURA DE CABO-VERDE, que muito justamente se encontram em FESTA.
(imagem da capa da edição de Outubro de 1995, da CAMINHO, do romance OS DOIS IRMÃOS)
GERMANO ALMEIDA, há muito despertou a minha atenção e merece o meu crédito literário.
Sem olvidar "O Testamento do Sr. Nepomuceno da Silva Araújo"; O Meu Poeta" (1992); "Estórias Contadas (1998); "O Dia das Calças Roladas" (1999); "O MAR NA LAJINHA" (2004), e outras obras, não posso deixar de enfatizar "Os Dois Irmãos" (1995), que adquiri em 29 de Maio de 1996 na Feira do Livro de Lisboa, e li num repente, por - como refere GERMANO ALMEIDA - ali "a realidade se confundir com a ficção".
GERMANO ALMEIDA foi a escolha unânime do júri do PRÉMIO CAMÕES.
PARABÉNS a GERMANO ALMEIDA e à LITERATURA DE CABO-VERDE, que muito justamente se encontram em FESTA.
(imagem da capa da edição de Outubro de 1995, da CAMINHO, do romance OS DOIS IRMÃOS)
25 abril 2018
25 de ABRIL de 1974 – DIA DA LIBERDADE!
Hoje comemoram-se 44 anos de LIBERDADE!
Esta LIBERDADE que vivemos só se
tornou possível com o golpe militar de 25 de ABRIL, movimento das
FORÇAS ARMADAS a que a esmagadora maioria do povo português logo
apoiou de forma empolgante e militantemente activa.
As FORÇAS ARMADAS, lideradas por
jovens capitães, pôs termo a um período de quase 50 anos de
DITADURA, onde se evidenciou o académico de Coimbra, ANTÓNIO DE
OLIVEIRA SALAZAR, como Presidente do Governo.
Nesse regime político, tudo aquilo que
não seguisse a orientação do PODER instituído era PROIBIDO, e
todos quantos não se conformassem com a correspondente “cartilha”
eram vítima de perseguição, proibição, vigilância “pidesca”,
tortura, prisão, e, mesmo, assassínio.
A comemoração do 1.º de MAIO, Dia do
Trabalhador, era proibida e reprimida a todo o custo.
Não surpreende, assim, que o 1.º de
MAIO de 1974 tenha sido comemorado por milhares e milhares de
portugueses, que – em MANIFESTAÇÃO – vieram para as ruas, em
todo o País.
É deste 1.º de MAIO de 1974,
comemorado em Lisboa, ainda em UNIDADE, que apresentamos uma foto do
saudoso fotojornalista CARLOS GIL, que incansavelmente registou
fotograficamente os eventos mais significativos do 25 de ABRIL e do
movimento popular que desencadeou.
(foto digitalizada da brochura que foi
editada para a exposição organizada em Abril de 2014 pela FUNDAÇÃO
MÁRIO SOARES e intitulada “ROSTOS DA REVOLUÇÃO).
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Aniversários; Dias Especiais,
Dias festivos
20 abril 2018
PARECE MENTIRA! ...
Hoje, em ALABAMA, foi executado por
injeção letal, Walter Leroy Moody Jr., de 83 anos, depois de ter
estado cerca de 30 anos detido no chamado corredor da morte.
Em 1991, Walter foi condenado por ter,
através de atentados à bomba, morto um juiz e um advogado, em 16 e
18 de dezembro de 1989, respetivamente.
Cumpriu-se, mais uma vez, a justiça do
“olho por olho, dente por dente”...
“Mais palavras para quê?”
(imagem de: correio9.com.br)
08 março 2018
DIA INTERNACIONAL DA MULHER!
No
DIA INTERNACIONAL DA MULHER, impõe-se salientar a infinita
IMPORTÂNCIA da MULHER ao disponibilizar-se para ser MÃE,
COMPANHEIRA, PROFISSIONAL, DOMÉSTICA E … MUITO, MUITO MAIS!...Uma verdadeira HEROÍNA!
Em
singela homenagem a esta MULHER, transcrevemos o
POEMA
DA MULHER NOVA
Vejo-te
no mundo que não pára,
como
um grande lenço rubro desfraldado.
Vejo-te
em mim quando me sinto massa
com
milhões de braços e de pernas e uma cabeça de anjo.
Vejo-te
na vida em marcha,
nas
mãos estendidas.
Vejo-te
em toda a vibração,
nas
plantações cobertas de girassóis e de papoulas,
no
topo dos tractores arroteando a terra.
Vejo-te
nua das sedas
com
a boca rasgada numa canção de futuro
como
um punho ameaçador à pestilência dos homens.
Vejo-te
bela
com
os cabelos ao vento,
em
frente,
sem
um talvez: perfeita.
Vejo-te
mãe de milhões de homens novos,
de
rosto calmo e olhos firmes,
através
das labaredas e do fumo,
sem
país e sem lar, a caminho da vida
— na
descoberta constante.
(imagem de vagalume.com.br)
06 março 2018
GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ - Capas vs. Livros (8)
Como, muito oportunamente, recorda a GOOGLE, GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ faria 91 anos, se ainda estivesse entre nós.
Este nosso preferido escritor, prémio Nobel da Literatura em 1982, escreveu muito e muito bem, motivo por que apoiamos e subscrevemos tudo quanto é feito para sinalizar a sua existência.
Em sua homenagem, da obra de que dispomos, escolhemos três dos seus livros, para aqui reproduzir as capas de:
1) CEM ANOS DE SOLIDÃO, Publicações Dom Quixote, colecção Ficção Universal, 11.ª edição, Novembro de 1995, tradução de Margarida Santiago, sem indicação da autoria da capa;
2) CRÓNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA, Edições "O Jornal", 3.ª edição, Maio de 1986, Tradução de Fernando Assis Pacheco, Capa de João Segurado;
3) A aventura de Miguel Littín, Clandestino no Chile, Edições "O Jornal", 2.ª edição, Fevereiro de 1989, Tradução de Margarida Santiago, Capa de João Segurado.
Este nosso preferido escritor, prémio Nobel da Literatura em 1982, escreveu muito e muito bem, motivo por que apoiamos e subscrevemos tudo quanto é feito para sinalizar a sua existência.
Em sua homenagem, da obra de que dispomos, escolhemos três dos seus livros, para aqui reproduzir as capas de:
1) CEM ANOS DE SOLIDÃO, Publicações Dom Quixote, colecção Ficção Universal, 11.ª edição, Novembro de 1995, tradução de Margarida Santiago, sem indicação da autoria da capa;
2) CRÓNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA, Edições "O Jornal", 3.ª edição, Maio de 1986, Tradução de Fernando Assis Pacheco, Capa de João Segurado;
3) A aventura de Miguel Littín, Clandestino no Chile, Edições "O Jornal", 2.ª edição, Fevereiro de 1989, Tradução de Margarida Santiago, Capa de João Segurado.
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